Apesar da alta, cesta básica em Guarujá é mais barata que na Capital

Cesta Básica (600 x 467)A Cesta Básica CB UNAERP registrou alta de 15,64% no segundo trimestre de 2018 na cidade de Guarujá, passando de R$ 560,45 em março para R$ 648,11 em junho. Embora o aumento de preços tinha sido observado nos três grupos de produtos, a maior alta foi entre os itens de Limpeza (52,58%), e o destaque foi o sabão em pó que subiu 135,16% nesse período. Ainda assim, os preços praticados em Guarujá ficaram mais baixos que em São Paulo (capital).
Na média dos grupos de produtos pesquisados, Limpeza registrou 52,58% de aumento, Alimentação teve alta de 13,94% e Higiene pessoal subiu 7,11%. Das mercadorias que compõem a cesta básica, em 30 delas o consumidor precisou pagar a mais para levar o produto para casa.
De acordo com o relatório da pesquisa, entrevistas informais junto a comerciantes e fornecedores indicaram que os preços de um modo geral sofreram acréscimo em face à greve geral no sistema de transportes, ocorrida em maio deste ano. O relatório completo do estudo pode ser acessado no endereço http://www.unaerp.br/noticias-guaruja.

Preços subiram
Além do Sabão em Pó (135,16%); a pesquisa identificou alta de preços no Leite UHT (55,17%); na Farinha de Trigo (48,37%); no Queijo Muçarela Fatiado (45,08%) e o Presunto Fatiado (40,24%).
Os nove produtos que registraram pequenas reduções foram o Café em pó (– 0,03%); a Batata (– 0,17%), o Alho (-0,16%); a dúzia de Ovos brancos (– 0,04%). E ainda, Biscoito Maizena (– 0,09%); Biscoito Água e Sal (– 0,08%); Sabão em barra (– 0,06%); o Limpador Multiuso (– 0,14%) e o Creme Dental (– 0,20%).

Pesquisar para economizar
Na comparação de preços no comércio local, no segundo trimestre de 2018, o valor médio da CB de Guarujá/Centro custou R$ 614,30, mais caro que no Distrito de Vicente de Carvalho, que registrou valor de R$ 595,63. A diferença nesse período foi de 3,13%.
Em relação à capital paulista, a Cesta Básica em Guarujá apresentou custos mais baratos que em São Paulo, que registrou o valor médio de R$ 671,41 entre os meses de abril a junho. A Cesta pesquisada em Guarujá (R$ 604,97) foi 9,90% mais econômica, uma diferença real de R$ 66,44.

Metodologia
O levantamento da Cesta Básica CB Unaerp é feito pela equipe do Núcleo de Pesquisas Fernando Eduardo Lee da Universidade Unaerp Guarujá, sob coordenação do economista e pesquisador Prof. Dr. Rubens Ulbanere. A pesquisa leva em consideração 39 produtos comercializados em estabelecimentos na região central de Guarujá e do distrito de Vicente de Carvalho, com base na metodologia utilizada pela parceria Procon/Dieese, e faz comparação com os indicadores da capital paulista.

Preços subiram
Além do Sabão em Pó (135,16%); a pesquisa identificou alta de preços no Leite UHT (55,17%); na Farinha de Trigo (48,37%); no Queijo Muçarela Fatiado (45,08%) e o Presunto Fatiado (40,24%).
Os nove produtos que registraram pequenas reduções foram o Café em pó (– 0,03%); a Batata (– 0,17%), o Alho (-0,16%); a dúzia de Ovos brancos (– 0,04%). E ainda, Biscoito Maizena (– 0,09%); Biscoito Água e Sal (– 0,08%); Sabão em barra (– 0,06%); o Limpador Multiuso (– 0,14%) e o Creme Dental (– 0,20%).

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Na comparação de preços no comércio local, no segundo trimestre de 2018, o valor médio da CB de Guarujá/Centro custou R$ 614,30, mais caro que no Distrito de Vicente de Carvalho, que registrou valor médio de R$ 595,63. A diferença nesse período foi de 3,13%.
Em relação à capital paulista, a Cesta Básica em Guarujá apresentou custos mais baratos que em São Paulo, que registrou o valor médio de R$ 671,41 entre os meses de abril a junho. A Cesta pesquisada em Guarujá (R$ 604,97) foi 9,90% mais econômica, uma diferença real de R$ 66,44.

Metodologia
O levantamento da Cesta Básica CB Unaerp é feito pela equipe do Núcleo de Pesquisas Fernando Eduardo Lee da Universidade Unaerp Guarujá, sob coordenação do economista e pesquisador Prof. Dr. Rubens Ulbanere. A pesquisa leva em consideração 39 produtos comercializados em estabelecimentos na região central de Guarujá e do distrito de Vicente de Carvalho, com base na metodologia utilizada pela parceria Procon/Dieese, e faz comparação com os indicadores da capital paulista.

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