China quer informações sobre empresas que operam com produtos químicos

Localfrio2 (600 x 368)Passados quatro meses do desastre ocorrido no Terminal Localfrio, e, Vicente de Carvalho, quando houve vazamento de 20 toneladas do produto diclorocianureto de sódio dihidratado , que intoxicou centenas de pessoas na Cidade e Região; além de ser a possível “causa mortis” de duas pessoas , a manipulação e estocagem de produtos químicos continua a ocorrer sem que haja uma fiscalização eficaz nos terminais portuários.

Por esse motivo, o vereador Luciano China , apresentou na última sessão da Câmara de Guarujá, realizada nesta terça-feira(14) , pela quarta vez (já apresentou em 2014,2015 e 2016) um novo requerimento solicitando informações sobre as empresas que operam com produtos químicos no Município.

O vereador China lembrou do incêndio ocorrido na Ultracargo,no Terminal da Alemoa, em Santos , e do incêndio da Localfrio ocorrido no início deste ano e de outras ocorrências vinculadas ao vazamento de produtos químicos na área portuária e cobrou maior rigor na fiscalização por parte das autoridades responsáveis.

“Em 2014 questionei o risco que corríamos e somente em 2015 recebi uma resposta da Cetesb informando que a única empresa que operava com produtos químicos no Município era a Dow Química, e que a mesma tinha planos para análise e gerenciamento de riscos . Infelizmente não houve tempo para darmos início a uma operação efetiva , em janeiro deste ano tivemos mais um grande acidente na Localfrio , que atingiu 66 containeres e fez centenas de vítimas em Vicente de Carvalho e em outras cidades da Baixada Santista”, pontuou China.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

completar *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>