Emenda de Squassoni garantirá Hemodinâmica para o Hospital Santo Amaro

O deputado federal Marcelo Squassoni (PRB-SP) acaba de indicar R$ 4 milhões em emendas parlamentares exclusivamente à área da Saúde. Os recursos dizem respeito ao Orçamento da União de 2016, que haviam sido indicados no início deste ano, mas que acabaram recebendo cortes por parte do Governo Federal. Inicialmente eram R$ 7 milhões. O Hospital Santo Amaro (HSA), em Guarujá, será o maior beneficiado, com o envio de R$ 3 milhões.

 

Antes do corte orçamentário promovido pelo Poder Executivo, Squassoni havia disponibilizado integralmente suas emendas na Saúde ao HSA, porém, a indicação acabou sendo cancelada porque a instituição, que é filantrópica e mantida pela Associação Santamarense de Beneficência do Guarujá (ASBG), possui dívidas que impedem a emissão da CND – Certidão Negativa de Débitos, documento exigido de entidades que almejam receber emendas parlamentares, tanto federais quanto estaduais.

 

Dessa forma, o recurso será encaminhado para a Prefeitura para em seguida ser repassado ao HSA. E o objetivo já está definido: a compra de um aparelho de Hemodinâmica, utilizado em procedimentos cardiológicos. “É um antigo compromisso assumido por mim e que infelizmente não pudemos cumprir antes em razão dos impedimentos do hospital. Porém, temos a esperança de que o repasse ocorrerá no menor espaço de tempo pelo Governo e o equipamento possa finalmente entrar em operação”, destacou Marcelo Squassoni.

 

Santos, Praia Grande e São Vicente
Além dos R$ 3 milhões para o Hospital Santo Amaro, Squassoni indicou emendas para hospitais de outras três cidades da Baixada Santista. Em Santos, o Hospital Municipal dos Estivadores receberá R$ 500 mil, em Praia Grande, R$ 300 mil estão reservados aquisição de equipamentos no Hospital Municipal Irmã Dulce. Em São Vicente, a Prefeitura terá à disposição R$ 200 mil para investir no Hospital Municipal (antigo CREI) e para repassar ao Hospital São José, que é filantrópico.

 

“Sobretudo quando se fala em leitos SUS, a Saúde na Baixada Santista é bastante deficitária, por isso, é imprescindível que essa verba seja aplicada em unidades mantidas pelos municípios e também nos hospitais filantrópicos, que estão sempre no vermelho”, salientou Squassoni.

 

 

 

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