História de Guarujá 516

DSC_0206 (481 x 600)Zelinda Maria Tomazzia

Zelinda Maria Tomazzia, nascida em Brusque – Santa Catarina, em 29 de Novembro de 1936, filha de Antonio Luiz Tomazzia e de dona Narciza Barbara Tomazzia (Italianos naturalizados Brasileiros), sendo a quinta filha entre dezenove (19) irmãos.
Fez o primário em Brusque e depois entrou no Convento em Nova Trento, aos 17 anos, onde a Madre Paulina fundou a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Transferida para São Paulo onde trabalhou na Casa Generalícia na Av. Nazaré nº 470, por vários anos.
Foi solicitada para trabalhar no como economa na Santa Casa de Misericórdia de Santos, onde também concluiu o 2º Grau, naquela cidade.
Retornou a São Paulo para trabalhar na Beneficência Portuguesa onde fez o curso Auxiliar de Enfermagem, terminando este, fez Administração Hospitalar no São Camilo, em Pompeia SP, foi Diretora na Santa Casa de Aparecida do Norte por seis anos.
Em 1976 a Irmã Maria Menestrina estava com falta de funcionário em Guarujá no Hospital Santo Amaro, solicitou sua ajuda aos finais de semana quando ela não tinha aula, seria na sua folga.
Dom Domênico agradou muito com seus serviços e solicitou para que trabalha-se no serviço de enfermagem. Sendo registrada em 07/08/77.
Trabalhava-se muito, mas compensava o esforço pois Don Domênico tudo valorizava, não só a ela, mas a todos os funcionários do hospital e principalmente aos médicos.
A sua vida foi de muita luta no HSA, pois a meta era servir bem o paciente em todas as suas necessidades, físicas e espirituais. Ela era muito apoiada por Dom Domênico e valia a pena ser útil a empresa. Era a maior glória de Deus e dos irmãos.
Quando Don Domênico adoeceu, prestes a ir a SP para morrer, mandou lhe chamar e no RX, fez com que ela ajoelha-se e jura-se que ela não iria pedir demissão do HSA, pois era muito útil para as almas dos doentes e serviços caritativos que sempre prestou a todos, sem acepção de ideologias.
Dom Domênico veio a falecer e ela continuou como havia prometido a ele em cuidar das almas e serviços caritativos, conforme já fazia.
Muita peripécia passou após a morte do Padre Don Domênico, por certas ideologias e filosofias praticadas no hospital, mas com a graça de Deus e proteção de Don Domênico, tudo foi superado e continuou a fazer o bem conforme a vontade de Dom Domênico.
Irmã Zelinda como é conhecida, já foi homenageada por duas vezes pela Câmara de Guarujá, em 28 de Março de 1995, através do Vereador Gerônimo Ferreira Vilhanueva, a Medalha Legislativa do Mérito do Trabalho e no dia 20 de Maio de 2014, através do vereador Ronald Luiz Nicolacci Fincatti, a Medalha Don Domênico.

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