“O prefeito depende do cidadão para ajudá-lo a cuidar da cidade”

WhatsApp Image 2017-09-29 at 16.55.40 (600 x 400)O prefeito Válter Suman participou na última quinta-feira (28) do programa Tuca Jr. na TV onde falou das recentes conquistas de verbas junto ao governo Federal para importantes obras na cidade e também de assuntos como falta de remédios, geração de empregos e iluminação entre outros.

Aeroporto
“O aeroporto de Guarujá estava se tornando quase uma lenda, mas nesta semana estive em Brasília com o secretário nacional de Aviação Civil, Dario Lopes que é o braço direito do ministro dos Transportes na aviação e ele garantiu que há uma determinação do Ministério para que ele se concretize. Já foi anunciado o investimento de aproximadamente R$ 5 milhões para a instalação de uma estação meteorológica de superfície automática, que é um equipamento que se já tivesse instalado, poderia ter evitado o acidente com o avião do então candidato a presidente Eduardo Campos. É importante ressaltar está havendo boa vontade política para que a coisa aconteça até porque com a possível desativação do Campo de Marte pelo prefeito da Capital, João Dória, há um olhar muito atento das autoridades da área em Brasília ao projeto do aeródromo civil metropolitano de Guarujá. A decisão passa necessariamente pelos gabinetes em Brasília, onde nós fomos muito bem recebidos mais uma vez e saímos de lá com a certeza que ao final de 2018 já estaremos operando alguns voos comerciais em Guarujá e a gente precisa se dedicar a este assunto porque vai ser um equipamento importantíssimo para o fomento do Turismo na cidade”.

Squassoni
“Não podemos deixar de destacar a importância do deputado federal Marcelo Squassoni, que teve a sua maior votação em Guarujá e está cumprindo brilhantemente o seu mandato para com os eleitores da cidade. Todas as vezes que eu estive em Brasília, ele nos acolheu e nos recebeu com muito carinho e as portas de todos os ministérios se abrem com a presença dele. Fico muito feliz em saber que nós temos um deputado que foi eleito pela cidade e está honrando esse compromisso. É um dever dele e é um dever nosso cobrá-lo e ele tem atendido à nossa expectativa. Fica aqui a nossa gratidão e a certeza que todas as vezes que precisarmos dele, ele vai nos ajudar”.

Falta de medicamentos

“A Saúde não comprava medicamentos desde 2015 e nós estamos honrando dívidas com laboratórios desde essa época. Quero deixar bem claro que qualquer compra que é feita pela prefeitura tem que passar por um processo de licitação que está sujeita, muitas vezes, à impugnação porque existe uma concorrência entre os vários fornecedores e isso demanda tempo. Ninguém mais do que eu, que sou médico, sabe da dor que é faltarem medicamentos, mas é bom lembrar que a Farmácia Popular disponibiliza remédios para hipertensão, diabetes, colesterol que podem ser retirados em qualquer farmácia cadastrada no programa”.
“Em relação aos outros medicamentos, esta semana o processo licitatório já correu, no caso dos psicotrópicos estamos buscando apoio junto ao Hospital Santo Amaro, nos casos emergenciais nós estamos determinando a compra dos medicamentos e, em muito breve, essa questão vai estar solucionada”.
“É obvio que eu quero que a Saúde brilhe. Costumo dizer que a saúde não tem preço, mas tem custo e cada vez maior e isso causa uma preocupação grande porque nós encontramos a estrutura das unidades deterioradas na parte elétrica, sanitárias, infiltrações, pintura e as reformas estão sendo realizadas desde o início do ano, inclusive fazendo a climatização para dar um acolhimento melhor aos nossos munícipes”.
“Estamos cuidando também da informatização na dispensação dos remédios. Historicamente tinha gente que desviava remédios, havia furtos de medicamentos, não estava tendo um controle adequado. Pessoas com a mesma receita pegavam três vezes a mesma medicação e acumulavam em casa, que, sem um armazenamento adequado, acabavam se perdendo. Tudo isso tem um custo. Cada comprimido tem um custo em Saúde”.
“A cobrança nessa área para mim é diuturna. Não adianta a gente pavimentar dezenas de ruas, iluminar toda a cidade, se estiverem faltando remédios e médicos eu não vou estar feliz. Eu preciso que a Saúde esteja a contento da população”.
“O Sistema Único de Saúde é um mau repassador de recursos. O recurso que chega ao nosso município, que tem um único hospital que atende o SUS, é triste e a verba do Estado também. Já estamos aplicando na Saúde mais que os 15% obrigatórios por lei, mas é insuficiente para dar conta da demanda. São 2/3 da nossa população, perto de 200 mil pessoas que dependem do SUS na cidade. O PAM da Rodoviária atende de 700 a 1.000 pessoas por dia e eu tenho determinado ao secretário de Saúde algumas mudanças mais radicais e ele tem que responder às minhas expectativas”.
“Nós somos um time e eu exijo que esse time trabalhe com comprometimento, com lealdade, com competência, para que a gente possa atender a expectativa que é atender o cidadão comum que não quer saber o que é licitação, quer saber é de ter uma cidade cuidada, com segurança, zeladoria e remédio e atendimento de qualidade quando ele precisar”.

Perimetral
“Outra conquista importante junto ao governo federal foi o primeiro passo para a construção da segunda fase da Avenida Perimetral. Na segunda quinzena, estaremos em Brasília, junto com o presidente da Codesp, Alex Oliva, para apresentar o projeto executivo da obra ao Secretário Nacional de Portos, Luiz Otávio de Oliveira Souza, e sua diretoria”.
“O valor dessa obra é algo em torno de R$ 400 milhões, o equivalente à quase meio orçamento anual da cidade e vai, obviamente, além de acabar com os transtornos no transito gerados pelos milhares de caminhões com cargas variadas que transitam todos os dias na área portuária e retroportuária, a execução da obra vai gerar muitos empregos e acredito que até o final do mandato essa segunda fase da perimetral será uma realidade, propiciando que a cidade e o porto tenham um convívio o mais harmônico possível”.

Geração de empregos

“Estamos buscando parcerias com os setores que mais empregam na cidade hoje, para reverter à falta de empregos, como a área de serviços, construção civil e o comércio local, contemplando aí as atividades ligadas ao Turismo. Quando a rede hoteleira tem 90, 100% de ocupação, como o que aconteceu nos últimos feriados, isso gera empregos de pedreiros, faxineiros, cozinheiros, eletricistas, barmen, mas para atrair o turista precisamos de uma cidade bem cuidada, bem iluminada e nós estamos preocupados também em formar e capacitar essa mão de obra e para isso temos o Via Rápida Emprego, o Via Rápida Empresa”.

Habitação
“No caso de moradias, vamos entregar até o final do ano as 400 unidades habitacionais no Cantagalo, uma infraestrutura que custou cerca de R$ 14 milhões em empréstimos junto à Caixa Econômica Federal. São 400 famílias que deixarão de morar em barracos e terão uma moradia digna com toda a infraestrutura. Da mesma maneira com os títulos de regulamentação fundiária, a programação é entregar também até o final de 2017, mais 1.000, na Maré Mansa e Santa Cruz dos Navegantes e ampliar os projetos do PAC I e PAC II e resgatar aquela área historicamente abandonada que é o Parque da Montanha” e dar uma resposta ao déficit de moradias na cidade que hoje é de 35 mil unidades”.

Iluminação
“Pegamos a cidade com o parque de iluminação foi deixado pela Elektro abandonado infelizmente já por um tempo. Tiraram o pé do acelerador. Abrimos concorrência nesse sentido, mas o edital foi impugnado pelo Tribunal de Contas do Estado e a Advocacia Geral do Município está trabalhando para viabilizar. O nosso sonho é que nós tenhamos a próxima temporada com a cidade iluminada, ou pelo menos as principais vias e no ano que vem a gente consiga ter um parque de iluminação sob nossa responsabilidade, seja quem quer que ganhe o processo licitatório”.

Mensagem
“Estamos vivendo tempos de arrocho, a arrecadação municipal caiu 10% e os pagamentos de precatórios sangram os cofres públicos todo mês em mais de R$ 4 milhões, uma demanda reprimida de mais de 3 mil vagas de creches. 30 mil pessoas sem habitação, 2/ 3 da população dependendo do SUS. As cobranças são muitas, do Ministério Público, do Tribunal de Contas, da sociedade civil organizada e da Câmara Municipal no cumprimento seu papel que é de fiscalizar e a única solução é dialogar. Conversar com todos os setores da nossa cidade, como não me furto a fazer, desde o funcionário público ao empresário, entidades civis, militares, religiosas, terceiro setor, lideranças de comunidades, mas cuidar da cidade não é uma obrigação só do prefeito não, o cidadão comum também tem que zelar pela cidade. Sozinhos nós não vamos conseguir ter sucesso pleno. Dependemos do compromisso de cada cidadão em nos ajudar a cuidar da cidade”.

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