Passado o Carnaval, finalmente iniciaremos o Ano Novo, que promete ser de muita política

Como brasileiro considero, mesmo que forçosamente, que “o ano só começa após o Carnaval”. Forçosamente pois deixo claro que já trabalhamos muito neste ano de 2017. Porém, tudo o que de importante aparece, de projetos a reuniões, o que mais se ouve é: vamos conversar sim, temos interesse, marcamos (conversamos) após o Carnaval. Ou não é assim?
Em sendo assim, na quarta, dia 01 de março, o Carnaval terá passado tendo como prova a própria quarta feira de cinzas.
E o que esperar da política para o ano de 2017? Muita coisa, muita mesmo. Isso independente do plano federal, estadual e municipal.
Nos três planos teremos em 2017 o ano que antecede às importantes eleições para a presidência de República, governadores de Estado, senadores, deputados estaduais e federais.
Se em 2018 teremos eleições, os que queiram ter bom desempenho e aprovação com vitória nas urnas devem começar agora, após o Carnaval, suas empreitadas.
Como os cargos em disputa não envolvem prefeitos e vereadores, a eleição de 2018 não deve ser tão tensa e concorrida quanto a do ano passado. Entretanto, será igualmente importante. No âmbito municipal, a eleição de deputado é o momento certo para situação e oposição marcarem território.
Para os prefeitos recém-empossados será o momento de tentar eleger seus candidatos a deputado e demonstrar força nas urnas, numa espécie de antecipação de aprovação do mandato junto ao eleitorado.
Para a oposição, claro, o contrário, sendo o momento ideal para, ganhando a eleição, se credenciar para a sucessão municipal, contra os prefeitos atuais. Eleito deputado de oposição, ganha maior visibilidade e destaque na imprensa e redes sociais.
Claro que vamos incluir esse tema na política da cidade para que os leitores entendam com exemplos.
Vamos ao pessoal da situação, os que apoiam o prefeito Valter Suman, do PSB. No páreo, por enquanto, estão: os secretários Gilberto Benzi, do PSDB, Sidnei Aranha, do PC do B, e a vereadora Andressa Salles, do PSB, entre outros.
Na oposição, ou fora do grupo político do prefeito, temos a ex-deputada Haifa e o ex-prefeito Farid Madi, do PPS, e o presidente da Câmara Edilson Dias, do PT, entre outros.
No Guarujá, portanto, valerá o já escrito, onde o prefeito Suman tentará eleger alguém do seu grupo e a oposição fará o mesmo.
A eleição só ocorrerá em outubro do ano que vem. Então porque estamos colocando o tema em pauta? Para que o leitor entenda e aprenda a ver que a política quase nunca é feita para o momento presente, o hoje. Por isso a política e a imprensa caminham, quase sempre, juntas. A primeira buscando o poder e a segunda visando publicar e retratar os fatos que são notícia.
Bom Carnaval e, Feliz 2017 para todos.

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