Pavimentação Pública

A pavimentação reduz consideravelmente a sujeira, elimina a lama, a poeira, e assim as doenças eventuais que poderiam gerar essas condições. O clima fica outro. Também aumenta o calor da zona urbana. Ele chega, talvez até bem feito, mas não há escoamento das águas das chuvas, não há meio fio, não há calçada. Dificilmente é considerado um bom gestor público aquele que passa seu tempo e não inaugura sequer um km de asfalto. Bem diz o eleitor. Tenho uma perspectiva diferente mesmo levando em conta as vantagens e desejos da maioria na concretização do asfalto. Sei que é preciso também. Com o asfalto surge outra necessidade e, esta é a calçada. Porque a sujeira, a lama, a terra das laterais invadem o asfalto e acabam por soterrá-lo. O mesmo fica como se não existisse e, um asfalto mal feito, cheio de buracos, ou soterrado por terra é pior que uma rua nua em terra pura, porém, bem zelada. A calçada ideal é aquela padronizada, preferência aos portadores de alguma limitação, sinalizada, enfim… Embora não exista uma legislação nacional é proveniente de decretos municipais, e nisso podemos legislar. Guarujá, não tem, mas está se formando, urbanizando, portanto, é preciso aplicar novos conceitos logo de inicio. Quer-se asfalto é preciso ter uma calçada de preferência padronizada. O trânsito é prioridade primeira do pedestre depois dos veículos. Devemos exigir nossos direitos assim que estivermos ao menos consciente dos nossos deveres. Canalização fluvial é outro aspecto. Esgoto mais outro. O asfalto está acorrentado a outras mudanças físicas do ambiente para os quais as residências terão de se refazer às adaptações necessárias para cumprir o sonho da maioria dos guarujaenses quanto ao progresso urbano do nosso município. Antes de tudo a viabilidade de uma obra pública sugere raciocinar os impactos que a mesma acometerá.

Denis Protazio da Silva Tecnólogo em tecnologia  Jornalista sob MTB 83755

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