Pesquisa revela imóveis mais procuradas em Guarujá

  • novembro 11, 2017
  • Geral

ImoveisGuaruja-01-01 (355 x 600)Apartamentos de dois dormitórios, com valores entre R$ 150 mil e 200 mil. Esses são os imóveis mais procurados para a compra em Guarujá, segundo pesquisa feita pelo portal ZAP, o maior do seguimento, que faz parte do Grupo Globo. O levantamento foi feito com mais de 38 mil usuários que fizeram buscas em imóveis na Cidade, pelo site, entre janeiro de 2016 e agosto de 2017.
A pesquisa mostra que 64% das pessoas que buscaram casas e apartamentos em Guarujá são mulheres, enquanto os homens representam 36%. A maioria, 32%, tem idades entre 25 e 34 anos e acessa a internet por meios móveis (smartphones) – 60%, contra 40% que usam computador convencional (desktop).
“Isso é reflexo da representatividade das mulheres nas decisões e a presença de tecnologia mobile em nossas rotinas”, diz o diretor institucional do ZAP, Caio Bianchi. Segundo ele, a procura por imóveis no ZAP cresceu 53% entre janeiro e julho de 2017, em Guarujá, em relação ao mesmo período de 2016. “Esse é um indicador sobre a possível recuperação do mercado, ou seja, existe uma intenção maior estimulada pelas melhores condições do cenário imobiliário, como juros mais baixos e financiamentos mais flexíveis”.

Mais dados

Ao olhar um imóvel na internet, 67,57% das pessoas estão interessadas na compra, enquanto 32,43 procuram locação. O apartamento é o preferido para compra, com 80,93% das indicações, casa fica com 17,81%. Depois do perfil com dois dormitórios (40%), vem o de três quartos (31%). O preço de R$ 150 mil a R$ 200 mil tem 19,1% da preferência, seguido pelo valor entre R$ 200 mil e R$ 250 mil (19%).
Na busca por locação, os apartamentos seguem liderando a preferência, com 76,96%, contra 21,21% das casas. As moradias de dois dormitórios são preferidas por 19% dos que pretendem alugar. Em segundo ficam as com três quartos (14%). O valor do aluguel mais buscado fica entre R$ 2 mil e R$ 5 mil – 19%. Os montantes de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil estão em segundo (17%). (os dados foram divulgados pelo jornal A Tribuna)

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