Qual será a marca da administração Valter Suman?

Como o prefeito eleito Dr. Valter Suman, do PSB, irá querer ser lembrado pelo eleitor? Qual “marca” ele pretende dar ao seu governo? Como a história retratará a administração Suman no futuro?
Essas e outras questões terão seus inícios de respostas a partir do dia 30 de novembro, data oferecida pelo próprio Suman para anunciar seu secretariado.
Pelo perfil do secretariado já teremos o tom do governo. Mais técnico? Mais político? Misto? Independente das respostas, Suman e sua equipe terão muito, muito trabalho pela frente.
Numa administração com visão ampla de futuro, o primeiro ano, todos sabem, é “perdido”. Nele, enquanto se resolvem questões sérias e urgentes como as da área da Saúde e zeladoria, a equipe deve trabalhar na elaboração de projetos de médio e longo prazo que, para serem postos em prática, levam pelo menos dois anos, entre elaboração, tramitação burocrática e início da obra.
Cumprindo-se as etapas postas, no início do terceiro ano, os projetos menos complexos começam a funcionar, melhorando a vida das pessoas na cidade.
No final do terceiro ano de mandato e início do quarto ano de administração, serão disponibilizados aos munícipes os serviços dos grandes projetos que tiveram seu planejamento no primeiro ano de governo.
Analisando assim parece fácil. Entretanto, não faltam obstáculos a conspirar contra uma administração. A começar pela oposição.
No Guarujá, ela será forte ou fraca? O ex-prefeito Farid Madi fará como fez quando perdeu a reeleição para a prefeita Antonieta, quando, mesmo com três vereadores do PDT na Câmara, não ofereceu o mínimo de oposição nem resistência e deixou a prefeita trabalhar?
Conspira também contra as administrações, quase sempre, as Câmaras Municipais, onde os prefeitos devem ter maioria absoluta e uma boa relação. Isso para ter menos problemas.
Há quase oito anos sou crítico à atual gestão da prefeita Antonieta de Brito, do PMDB, qualificando-a neste espaço, na internet e nos meus programas de TV como arrogante, prepotente e incompetente.
A paralisação da coleta do lixo nesta semana por falta de pagamento e o abandono da cidade corroboram nossa tese e deve ser só a ponta do iceberg de como o prefeito eleito encontrará as contas públicas.
Atualmente, a cidade não possui nem zeladoria e a escuridão paira sobre o município em todos os sentidos: da falta de iluminação, passando pela decepção ao atual governo e chegando ao desânimo e baixa autoestima da população.
Não por acaso, o médico eleito é visto pela maior parte dos munícipes como uma “esperança” para a cidade.
Nas ruas, redes sociais e na mídia, o prefeito eleito vive sua merecida lua de mel, que deve durar até os primeiros cem dias de governo quando, geralmente, começam timidamente as primeiras cobranças.
Com os oito anos de zica da atual administração, ter um fio de esperança num futuro melhor não é ruim.
Agora, caro leitor, tendo votado ou não no doutor, é torcer para que ele assuma a prefeitura e administre com eficiência e transparência “Para cuidar da cidade e das pessoas”.

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