“Temos que tomar posse do que é nosso e gerir nossa própria prosperidade”

Giana (545 x 600)A professora Giana Rodrigues Loureiro, pré-candidata à vereadora pelo Solidariedade é a nossa primeira entrevistada nesta série de matérias com os postulantes ao legislativo municipal.

Vocação

“A minha vocação política começou na adolescência quando eu já participava de movimentos sociais na cidade. Acompanhei o início das favelas, das comunidades e toda essa mudança social e senti a necessidade de trabalhar para uma cidade melhor, gerando mais empregos e adequando essa população que aumentava de forma desgovernada. A primeira campanha que trabalhei foi a convite do Maurici Mariano e foi aí que eu fui aprendendo uma série de coisas, conhecendo a cidade e aprendendo a escutar as necessidades das pessoas. Trabalhei também na gestão do prefeito Farid na área de Comunicação e Eventos. Eu fazia a produção e a apresentação das ações da administração no programa Circulando Guarujá.”

Escolha partídária

“Eu gosto do Solidariedade porque é um partido novo, sem vícios e isso me atraiu. Admiro a luta e a consciência do Paulinho da Força. Os pilares do Solidariedade são os projetos voltados para o idoso, para a mulher e para a questão da aposentadoria, que é muito importante. Penso que dá para se desenvolver um grande trabalho com eficiência e desenvolver projetos que sejam viáveis.”

Educação

“A educação é um trabalho continuo, não tem fim, sempre haverá necessidades. É difícil suprir uma cidade que está em crescimento constante. Como trabalhei muito dando cursos de capacitação pelo governo estadual, percebi a vocação dos nossos jovens e o grande número de mães adolescentes. O meu projeto da ONG “Colo de Mãe” é justamente para abraçar essa necessidade porque não há como se construir tantas creches e escolas em tão pouco tempo. Tudo leva tempo.”

Mulheres na política

“Acho fundamental a participação das mulheres porque são diferentes dos homens, elas são mães, e mães não querem ver seus filhos voltando pra guerra, elas não querem ver seus filhos sendo mortos por crimes. As mulheres devem entrar no processo, não para disputar com os homens, mas para acompanha-los, no sentido dos projetos mesmo porque têm uma visão diferente. Na política existem assuntos que são melhores tratados por homens e outros que as mulheres têm mais vocação e sensibilidade. Penso que as mulheres devem estar na política sim e que elas contribuem sim, mas dentro do espaço que elas sabem executar bem como mulheres, mães, cidadãs e irmãs.”

Mensagem

“A mensagem principal que deixo é o amor pela nossa cidade, é não desistir, muitas pessoas de fora querem nossa cidade. Essas pessoas conseguem ver a riqueza que temos e o que somos. Temos que tomar posse do que é nosso e gerir nossa própria prosperidade.”

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