Valor da Cesta Básica em Guarujá tem queda no primeiro trimestre

Cesta Básica (600 x 467)A Cesta Básica (CB UNAERP) referente ao primeiro trimestre de 2018 registrou queda de -3,33%, na cidade de Guarujá, passando de R$ 579,74 em dezembro/2017 para R$ 560,45 em março deste ano. Na média dos grupos de produtos pesquisados, houve redução nos itens de Alimentação (-3,19%) e Higiene Pessoal (-7,64%), e o grupo Limpeza teve aumento de 1,77%. Na análise da variação de preços de cada item da cesta, o destaque foi para a cebola com alta de 35% entre os meses de janeiro a março deste ano.
O levantamento é feito pela equipe do Núcleo de Pesquisas Fernando Eduardo Lee da Universidade Unaerp Guarujá, sob coordenação do Prof. Dr. Rubens Ulbanere. A pesquisa leva em consideração 39 produtos comercializados em estabelecimentos na região central de Guarujá e do distrito de Vicente de Carvalho, com base na metodologia utilizada pela parceria Procon/Dieese.
Das mercadorias que compõem a CB UNAERP, 29 registraram redução e dez produtos tiveram aumento. No município de Guarujá, o produto com maior alta neste primeiro trimestre do ano foi a cebola (35%), seguida pelo Alho (24,49%), Sabão em Pó (16,23%), Pão Francês (8,22%) e Sabonete (4,40%).
Já os cinco produtos com maiores quedas nos preços foram a Farinha de Mandioca Torrada (–21,56%), o Presunto Fatiado (-19,46%), o Feijão Carioquinha (-15,75%), o Queijo Muçarela Fatiado (–14,06%) e o Papel Higiênico Fino Branco (–18,96%).
A pesquisa econômica da Unaerp Guarujá também compara os preços das regiões Centro/Orla de Guarujá e Distrito de Vicente de Carvalho. Neste primeiro trimestre de 2018, os valores da cesta básica de Guarujá (Centro e orla) ficaram em média 7,96% acima dos preços obtidos em Vicente de Carvalho, com maior variação percentual registrada em janeiro da ordem de 10,46%.
Na comparação com a cidade de São Paulo, o valor médio da cesta básica comercializada em Guarujá (R$ 568,73) até o mês de fevereiro de 2018 apresentou custos mais baixos que na capital paulista (R$ 651,95), representando uma economia de –12,77% para quem adquire no comércio guarujaense. Este quesito avaliou os dados somente até o mês de fevereiro devido ao Procon não ter divulgado as informações de março da capital paulista até o fechamento da pesquisa.
O relatório completo da pesquisa pode ser acessado no endereço http://www.unaerp.br/noticias-guaruja.

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