“Quem planta tâmaras, não colhe tâmaras”

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Foi assinada no último dia 16, em Brasília, a anuência do Governo Federal à implantação do Aeroporto de Guarujá. Essa é uma das lutas políticas mais antigas da história não só de Guarujá, mas de toda a Baixada Santista.
Uma luta muito anterior até mesmo ao meu primeiro mandato de vereador na cidade, iniciado em 1993. É público e notório que muitos batalharam para que esse sonho de desenvolvimento hoje se concretizasse.
Em Brasília, durante os quatro anos de mandato que, com muita honra, desempenhei, defendendo, principalmente, os interesses de Guarujá e da Baixada Santista, foram inúmeros os corredores que percorri nessa odisseia.
Tenho plena consciência de que não fui o primeiro a levantar essa bandeira, mas tenho a convicção de que alguns dos tijolos essenciais dessa grande construção têm a marca do meu trabalho. Nos últimos anos, foram inúmeras audiências em gabinetes civis e militares, ao lado do prefeito Válter Suman, para viabilizar essa importante vitória.
Agradeço ao prefeito e também ao Deputado Federal Ricardo Izar, que, durante a cerimônia, fizeram questão de lembrar a luta que travamos para pôr o nosso aeroporto novamente na pauta federal, processo que culminou com a outorga assinada ontem.
Sensação do dever cumprido como homem público. Porque, como diz o antigo ditado árabe, quem planta tâmaras, não colhe tâmaras. Porque as tamareiras demoram 90 anos para dar os primeiros frutos. E, para que alguém possa saboreá-las hoje, foi preciso o trabalho de alguém ontem. Viva o Aeroporto de Guarujá! Viva o desenvolvimento da Baixada Santista, do Estado de São Paulo, e do nosso Brasil!

 

Marcelo Squassoni

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